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Peça o extrato de rendimentos ao Social Security: o histórico completo de recolhimentos e créditos por ano é emitido pela própria agência americana, sem custo, e ele é o documento que transforma memória de currículo em prova de contribuição.
Baixe o seu CNIS pelo Meu INSS: o extrato brasileiro traz cada vínculo, cada competência recolhida e as lacunas, e a leitura das duas listas lado a lado mostra em quantos meses você está do mínimo exigido por cada país.
Confira se existe sobreposição de períodos: mês contado nos dois sistemas ao mesmo tempo entra na soma uma vez só, então períodos concomitantes reduzem o ganho da totalização e precisam ser identificados antes do requerimento.
Abra o pedido pelo acordo internacional no Meu INSS: o requerimento de benefício por acordo internacional tem serviço próprio, com formulário e lista de documentos definidos, e apresentar como pedido comum atrasa a análise em meses.
Providencie a tradução juramentada apenas do que for exigido: traduzir o extrato inteiro quando a exigência é do resumo de créditos multiplica laudas e custo, e o orçamento por lauda varia muito entre escritórios da mesma cidade.
O erro mais comum é esperar a idade de aposentadoria para começar a juntar papel. O extrato americano leva semanas para chegar, o CNIS costuma ter divergência de vínculo antigo que exige acerto, e cada correção soma meses ao calendário de quem já está na fila.
O segundo erro é presumir que trabalhar remoto para empresa americana constrói aposentadoria nos Estados Unidos. Serviço prestado do Brasil por PJ brasileira alimenta o INSS, e só o INSS, por mais que o cliente e a moeda sejam de lá.
Vale manter uma pasta digital com quatro documentos: extrato do Social Security, CNIS atualizado, comprovantes de vínculo americano e cópia do visto ou do status que autorizava o trabalho. Essa pasta responde qualquer exigência do requerimento sem nova corrida atrás de papel.
Uma conferência final fecha a rotina. Some os meses recolhidos nos dois sistemas, subtraia os períodos concomitantes e compare o resultado com o mínimo exigido por cada país. Esse número diz se a totalização muda o seu direito hoje ou se ela só entra na conta daqui a alguns anos.
A prova do tempo trabalhado fora mora em um extrato que ninguém emite por você, e o acordo de 2018 só funciona para quem chega ao requerimento com esse extrato na mão.
"Quantos meses de recolhimento você deixou registrados fora do Brasil e nunca conferiu?"
Levantar a documentação completa fecha em R$ 190, com a tradução juramentada das três laudas do extrato do Social Security e o CNIS baixado sem custo pelo Meu INSS (cotação de 28/08/2026).
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